Uma proposta em estudo é a de acabar com a exigência de um contrato de trabalho para concessão de visto a um profissional estrangeiro altamente qualificado.
O governo brasileiro prepara uma série de medidas para melhorar significativamente o contingente de mão de obra estrangeira e buscar superar países como a Austrália, o Canadá e os Estados Unidos para atrair imigrantes qualificados, informou o jornal Folha de São Paulo.
"Queremos transformar o Brasil em um dos mais modernos e ágeis na atração de imigrantes, e para ser mais atraente do que o Canadá, a Austrália e os Estados Unidos precisam abrir muito do nosso mercado", disse um alto funcionário da Secretaria de Assuntos Estratégicos ( SAE) da Presidência, foi citado como dizendo.
Como um exemplo de obstáculo para a chegada de imigrantes qualificados no país, o secretário de Ações Estratégicas da SAE, Ricardo Paes de Barros, disse que, actualmente, os cônjuges ou filhos de um estrangeiro trabalhar no Brasil não podem trabalhar livremente, a menos que obtenha um contrato de trabalho em si.
"Não deixe que a mulher imigrante ensinar Inglês e sua obra filho que prejudica a mobilidade de trabalhadores estrangeiros", disse Paes.
Por essa razão, uma das propostas em estudo é a de acabar com a exigência de um contrato de trabalho para concessão de visto a um profissional estrangeiro altamente qualificado.
Outra medida que é tratado é permitir que alunos de universidades reconhecidas no exterior realizar estágios em empresas brasileiras, o que pode resultar no fim de um contrato de trabalho efetivo.
Existem também planos para relaxar os requisitos para estrangeiros que mudam de emprego ou de escritório no Brasil. Atualmente, Paes disse que, se o estrangeiro foi contratado por uma filial de uma empresa no Rio de Janeiro, por exemplo, deve conduzir tudo de novo se na posição de ser promovido ou transferido para outro estado.
Todas estas barreiras para a mão de obra estrangeira no Brasil "afeta a competitividade" do país, segundo Paes.
"Estamos muito mais fechada do que o resto da América Latina", disse ele, aludindo ao fato de que, atualmente, apenas 0,3 por cento da população é composta por imigrantes, contra uma média de 1,5% na América Latina.



